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6.12.2012

Herchcovitch – SPFW



The first day of SPFW had the Summer 2012/2013 collection of one of the most expected fashion designers: Alexandre Herchcovitch. On the catwalk, the guests saw colorful clothes, curly hair, geometric patterns… very 80’s. The collection is inspired in Boy George – the singer. As for the hats, they were designed by Stephen Jones, who also designs the ones used by Boy George. 





Read the interview with Herchcovitch about this show and much more interesting opinions (in portuguese): http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1101975-o-brasil-tem-expertise-de-fazer-roupa-de-periguete-diz-alexandre-herchcovitch.shtml

10.26.2011

Pin-up style



Se você encontrar com a Paula na rua vai pensar que ela acabou de sair de uma máquina do tempo, vinda dos anos 40 ou 50. O corte de cabelo é retro, geralmente preso em um rabo de cavalo alto, as roupas tem a cintura marcada e o batom vermelho está quase sempre presente. Cherry Ann – a nova identidade de Paula - é uma Pin-up, inspirada nas garotas dos calendários, consagradas por artistas como Gil Elvgren. O termo Pin-up, veio da ação “to pin up”, que significa “pendurar”.


O movimento de desenhos levemente eróticos começou com artistas que pintavam modelos em poses inocentes e sensuais. O ato de pendurar essas gravuras foi o que popularizou o termo. Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Bettie Page foram ícones da época que inspiraram o estilo. Atualmente, Dita Von Teese é a mais famosa representante do estilo.

O estilo lady like, muito usado pelas garotas pin-ups está em alta: saia rodada, cintura marcada e saias lápis, formando um look impecável. Cherry Ann, que é natural de São Paulo/SP, mas mora em Joinville/SC, conta que mesmo sendo tendência, não é fácil encontrar roupas que atendam as expectativas. “Não é tão fácil encontrar as peças onde moro. Por isso, a maioria dos acessórios que uso sou eu quem confecciona. Já para as roupas, tenho uma queridíssima costureira que faz”, explica a Pin-up.



Porém, não somente de roupas e maquiagem se faz uma Pin-up. Paula explica que a paixão começou há cerca de cinco anos, conhecendo carros, músicas, filmes e fotos antigas. “Ser Pin-up tem tudo a ver com um estilo de vida! Mas, não quer dizer que uma menina que também admire o estilo não possa ter esse prazer. Isso eu considero "estar" Pin-up, e não "ser" uma”, diz Cherry Ann.

A Pin-up fala que no Brasil não existe um mercado para apresentações, ensaios, ou algum trabalho que explore o estilo. “Nunca ganhei dinheiro com isso, na verdade nunca tentei. Porém, sei de meninas que conseguem, principalmente em cidades maiores”, afirma Paula.


Cherry Ann e outras amigas que curtem/usam o estilo se reúnem para conversar, compartilhar revistas e outras informações. Além disso, lanchonetes estilo anos 50 e festas “Rockabilly” são pontos de encontro. “Como uso o estilo no dia a dia, algumas pessoas literalmente param para olhar. Minha família já se acostumou e agora até gosta, a nova geração de priminhas e sobrinhas são as que mais curtem”, conta a Pin-up.